quinta-feira, junho 21, 2007

Aula 9

Nessa aula falamos do processo de modelagem. O resultado desse processo são modelos. A maneira como construímos esses modelos é função da linguagem que utilizamos para descrevê-lo. Vimos que cada modelo e sua linguagem de descrição apresentam uma determinada perspectiva de representação.

Lembrem da diferença entre: modelagem, modelo, linguagem e perspectiva.

Mostramos os exemplos do MER (modelo entidade relacionamento) que representa uma perspectiva de dado. Mostramos que o DFD (diagrama de fluxo de dados), apesar do nome é uma perspectiva de processo.

Mostramos ainda, nessa aula, que o SADT (structured analysis and design technique) é uma linguagem que é composta de duas perspectivas: dados (datagramas) e atividades (actigramas).

Desenhamos, juntos, um actigrama para representar o controle de uma biblioteca. Vimos a diferença entre a modelagem SADT e a modelagem DFD. Enfatizei o papel do controle e sua diferença da entrada. O SADT tem quatro tipos de setas: entrada, controle, saída e mecanismo. Lembramos, que o SDS, que vimos na aula 4, é um datagrama.

Em particular, enfatizamos que: o processo de modelagem, de certa maneira, impõe
uma forma de elicitação na medida que conduz o engenheiro de software para o “preenchimento” do modelo, segundo as regras lingüísticas (sintaxe e semântica) da linguagem de descrição do modelo.

No momento, indicarei o seguinte material (veja aqui), mas, na aula, fornecerei o material definitivo.

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